quarta-feira, agosto 29, 2007


O Amor...

Seria uma irresponsabilidade tentar defini-lo, porque como os demais seres humanos, eu apenas consigo senti-lo.Milhares de livros são escritos, filmes produzidos, poesias criadas mesmo assim tudo o que o artista pode passar é a ideia do sentimento.
Não o sentimento em si!
Mas eu aprendi que este sentimento está presente nas pequenas coisas, manifestamdo-se na mais insignificante atitude que tomamos.
É preciso ter sempre o amor em mente, quando agimos ou deixamos de agir.
Pegar no telefone e dizer a palavra de carinho que adiamos, abrir a porta e deixar entrar quem precisa da nossa ajuda.
Abrir uma conta na florista, que é mais importante que no joalheiro. Pôr a musica bem alta quando a pessoa amada está longe , baixar o volume quando ela está perto.
Saber dizer sim e não, porque o amor lida com todas as energias do homem.
Mas quando nada disso for possivel, quando o que resta é apenas solidão, desânimo... lembrem-se desta pequena história que li no último livro de Paulo Coelho " SER COMO UM RIO QUE FLUI"

«Uma rosa sonhava dia e noite com a companhia das abelhas, mas nenhuma vinha pousar nas suas pétalas.
A flôr contudo continuava a sonhar: durante as longas noites, imaginava um céu onde onde voavam muitas abelhas, que vinham carinhosamente beijá-la. Desta maneira, conseguia resistir até ao dia seguinte, quando voltava a abrir-se para o Sol.
Uma noite, apercebendo-se da solidão da rosa, a Lua perguntou-lhe:
- Não estás cansada de esperar?
- Talvez. Mas preciso de continuar a lutar.
- Porquê?
- Porque, se não me abrir murcho.»

Nos momentos em que a solidão e o desanimo parece esmagar toda a beleza, a única maneira de resistir é continuarmos abertos.

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